Gagueira? nao tem graça nenhuma!!!!!!!!

Este blog foi desenvolvido especialmente para mostrar que, a gagueira nao tem graça nenhuma e sim tratamento!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Gagueira pode se tornar um entrave na busca por emprego.

Gagueira pode se tornar um entrave na busca por emprego ou no ambiente de trabalho e escolar

O cantor Armandinho, Aristóteles, Bruce Willis, Rei Carlos I, Charles Darwin, Demóstenes, Isaac Newton, José Saramago, Julia Roberts, Lewis Carrol, Rei Luís II, Marylin Monroe, Moisés, Murilo Benício, Imperador Napoleão, Nelson Gonçalves, Robert Boyle, Scatman John, Theodore Roosevelt, Virgílio... o que todos eles têm em comum? A gagueira.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Fluência (IBF), a incidência da gagueira no Brasil é de 5%, ou seja, 9,5 milhões de brasileiros estão passando por um período de gagueira neste momento. Já a prevalência da gagueira é de 1%, ou seja, 1,9 milhão de brasileiros sofre de disfluência, distúrbio da fala popularmente conhecido como gagueira e que é comumente associado ao nervosismo ou à ansiedade.

Na verdade, segundo especialistas, a gagueira tem origem neurológica e não deveria ser tratada de forma pejorativa ou ser motivo de gozação, como acontece na maioria das vezes. Isto pode desencadear uma série de conflitos sociais e emocionais na pessoa que gagueja.

Durante a infância, é comum que as crianças gaguejem durante a fase em que começam a articular as primeiras palavras e iniciam o desenvolvimento da linguagem oral. A fala se desenvolve nos três primeiros anos de vida e, até os 6 anos de idade, ainda é comum que as crianças tenham certa dificuldade em pronunciar algumas palavras mais complexas.

Mas até que ponto gaguejar não é um problema? Como saber se essa gagueira não é crônica? Quanto mais cedo for diagnosticado o problema, maior será a possibilidade de realizar um tratamento adequado.

A gagueira pode atrapalhar o desenvolvimento da personalidade, o aprendizado da criança na escola e o convívio social. Ao não conseguir pronunciar corretamente determinada palavra, a criança pode ficar insegura e se sentir incapaz, acarretando bloqueios de ordem psicológica que afetarão sua vida mais adiante, além de ocasionar ansiedade e timidez excessivas.

Quando adulta, a pessoa que gagueja pode acabar sendo prejudicada em uma entrevista para um emprego ou não é levada a sério no ambiente corporativo. No entanto, o fato de o indivíduo ser gago não tem qualquer influência sobre a sua capacidade intelectual ou seu desempenho profissional.

Mas esse problema tem tratamento? Sim. A fonoaudiologia e algumas especialidades médicas, por exemplo, dispõem de técnicas e procedimentos específicos para tratar a gagueira. Porém, até o momento, não existe nenhum tratamento que realmente cure a gagueira (no sentido de fazer com que a gagueira desapareça completamente sem que o indivíduo precise tomar nenhum cuidado adicional com sua fala). Os tratamentos disponíveis promovem uma diminuição significativa da gagueira, mas poderão persistir alguns resquícios, mesmo que sutis.

Acima de tudo, motivação e determinação são essenciais para que resultados positivos sejam alcançados no combate a essa disfluência.
Mitos da gagueira refletem desinformação sobre o problema

A fonoaudióloga Érica Ferraz responde algumas dúvidas comuns sobre o tema, ensina a conviver com os portadores de disfluência e apresenta formas de amenizar este problema.

A gagueira é contagiosa ou pode-se ficar gago ao conviver com uma pessoa que têm este distúrbio da fala?

Não, a gagueira não é contagiosa e não “pega”. Portanto, não é transmitida pelo convívio com pessoas que gaguejam. Ninguém deve ter receio de conversar ou interagir com pessoas que gaguejam. Os estudos científicos mostram que a gagueira tem um caráter genético. Desta forma, nos casos de herança genética, pessoas da mesma família, de diferentes gerações, podem manifestar gagueira.

A disfluência tem cura? Quais são os tipos de tratamento?

Por enquanto, não há cura para a gagueira, no sentido de eliminar o caráter genético e/ou orgânico envolvido. O que existem são diferentes linhas de tratamento para a promoção da fluência, de forma a reduzir os sintomas, que são repetições, prolongamentos, pausas, bloqueios e outros problemas ao falar. Por ser um distúrbio de fala, o tratamento mais adequado para a gagueira é o fonoaudiológico. Atualmente, a tecnologia é uma grande aliada no tratamento de algumas pessoas que gaguejam. Alguns aparelhos têm mostrado excelentes resultados na promoção de fluência da fala.

Como uma pessoa normal deve lidar com um gago?

As pessoas devem encorajar a pessoa que gagueja a falar, dando atenção e demonstrando interesse em conversar com ela. Não se deve pedir para a pessoa ter calma, pensar, respirar e falar devagar. Além disso, deve-se esperar que a pessoa que gagueja termine de falar, sem completar a fala dela, o que muitas vezes acontece de forma equivocada.

A partir de que idade pode se detectar/diagnosticar o distúrbio?

A fala se desenvolve principalmente nos três primeiros anos de vida. Entre os 2 e os 6 anos, é comum que a criança apresente dificuldade em falar algumas palavras ou alguns sons mais difíceis. Neste período de aquisição de linguagem, a criança pode gaguejar, por estar em plena fase de aprendizagem da língua e por ainda não ter certeza de como pronunciar determinados sons. Nesses casos, pode haver a remissão espontânea da gagueira, quando o processo de aprendizagem se completa. Porém, a gagueira pode evoluir e se manifestar de diversas formas e intensidades entre as pessoas e em diferentes períodos da vida de uma mesma pessoa. A gagueira costuma oscilar entre períodos de maior ou menor fluência. Caso a gagueira comece a ficar mais frequente, recomenda-se avaliação e tratamento ou acompanhamento fonoaudiológico. Quanto mais cedo o tratamento for iniciado, melhores poderão ser os benefícios da terapia.

Quais são os problemas que os gagos enfrentam no dia-a-dia?

A gagueira é um distúrbio de fala que é facilmente notado. Como estamos em uma sociedade em que a fala fluente é importante e comumente associada à inteligência, competência e domínio em relação a um determinado assunto, uma pessoa disfluente pode ser vista como ansiosa, incompetente e até mesmo com problemas emocionais.

Aliás, a maior parte das pessoas acredita que a origem da gagueira é apenas emocional, sendo que, na verdade, é uma associação de fatores genéticos, sociais e psicológicos.

A pessoa que gagueja muitas vezes é prejudicada em uma entrevista para um emprego, por exemplo. Falar ao telefone é outra situação em que o indivíduo que gagueja encontra, geralmente, grandes dificuldades. Esses problemas, associados às crenças equivocadas sobre a origem da gagueira e o preconceito contra as pessoas que gaguejam, podem provocar isolamento e outros problemas sociais a esses indivíduos.

É comum as pessoas não terem paciência para escutar o que a pessoa que gagueja tem a dizer, interferindo na sua fala ou até mesmo completando o que acredita-se que o disfluente iria falar. Muitas pessoas que gaguejam relatam histórias em que aceitaram alguma coisa que não desejavam apenas para não estenderem a situação desconfortável. Por exemplo, podemos citar um paciente no restaurante que, ao tentar pedir um prato de sua preferência, viu-se diante de uma situação em que sua dificuldade de fala gerou impaciência nas pessoas da mesa e no garçom que anotava o pedido. Ele acabou apenas dizendo “o mesmo”, referindo-se ao pedido de outra pessoa, que nada tinha a ver com o que ele realmente desejava jantar e terminou a noite insatisfeito.

Grande parte das pessoas que gaguejam se queixa, portanto, de ter sua disfluência associada a aspectos de sua capacidade intelectual e profissional. Algumas delas referem a não conseguir acompanhar o curso de faculdade, arrumar um trabalho ou até mesmo namorar em consequência da sua disfluência. Por esses motivos, a pessoa que gagueja muitas vezes pode apresentar baixa auto-estima e grande sofrimento interno.

Em se tratando de um distúrbio que não afeta a inteligência nem outras habilidades do indivíduo, a gagueira não deve impedir que a pessoa que gagueja trabalhe, estude e seja bem sucedida profissional e pessoalmente.

Por outro lado, algumas pessoas que gaguejam encaram a sua disfluência de outra forma e acabam por “usá-la” a seu favor no seu grupo de amigos ou com a família, tornando-se o centro das atenções, por meio de brincadeiras e piadas. A forma como a gagueira interfere na vida social do indivíduo depende muito de como é a personalidade do mesmo e de sua relação com as pessoas.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

AZEITONA DA EMPADA (A) CARLOS ALBERTO CARVALHO FILHO




O brasileiro Carlos Alberto Carvalho Filho é um especialista em negociação e vendas. Sua vasta experiência como palestrante possibilitou reunir teoria e prática nesta obra, fundamental para vendedores, profissionais de marketing e a todos aqueles que se empenham em vencer.

"Ven-vencedor é aquele que transforma seus so-sonhos em realidade, seus de-defeitos em vi-virtudes, suas li-limitações em o-o-oportunidades.
Beto Carvalho Filho superou sua gagueira aguda para transformar-se num palestrante reconhecido e num vendedor campeão. Como? Comunicando-se com excelência, não apenas através do som das suas cordas vocais... mas sim, essencialmente, através da sabedoria e harmonia da sua eloqüente alma. Esta é a diferença, o detalhe - a azeitona na empada. Ler seu livro poderá ajudar a transformar o leitor também num vendedor vencedor.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

AUTOCUIDADO PARA PESSOAS COM GAGUEIRA

 LIVRO ONLINE COM DIVERSAS INFORMAÇÕES DE COMO REDUZIR O BLOQUEIO NA FALA.

SEU FILHO ESTÁ GAGUEJANDO?

Caso seu filho tenha dificuldade para falar e costuma hesitar ou repetir determinadas sílabas, palavras ou frases, ele pode ter uma disfluência ou uma gagueira. Contudo, ele também pode estar atravessando um período de disfluência normal, período este que muitas crianças enfrentam quando estão aprendendo a falar. Este informativo vai ajudá-lo a entender a diferença entre gagueira e o desenvolvimento normal da linguagem.


1. A criança dentro do seu desenvolvimento normal pode ser disfluente, ocasionalmente, repetindo uma ou duas vezes sílabas ou palavras, por exemplo: pa-pa-pato. As disfluências também podem incluir as hesitações e as interjeições como: "ha", "e", "hum".


2. As disfluências ocorrem com mais frequência entre um ano e meio e cinco anos de idade, costumam ir e vir.

Normalmente, essas disfluências são sinais de que a criança está aprendendo a usar a linguagem de maneira nova. Se as disfluências desaparecerem durante várias semanas e depois voltarem, a criança pode estar atravessando uma nova fase de aprendizagem.


A criança com gagueira leve


1. A criança com gagueira leve repete sons mais de duas vezes, pa-pa-pa-pa pato por exemplo. A presença de tensão pode ser evidente nos músculos faciais, especialmente ao redor da boca.


2. A intensidade de voz pode aumentar com as repetições e, ocasionalmente, a criança terá "bloqueios" -ausência de ar e voz por alguns segundos.


3. Tente falar mais lenta e relaxadamente quando conversar com seu filho. Encoraje outros membros da família para fazerem o mesmo. Não fale tão devagar de modo que sua fala pareça estranha, mas mantenha-a lenta e faça várias pausas.


4. A fala lenta e relaxada pode ser mais eficaz quando a criança tiver um tempo do dia com a atenção de seus pais só para ela, sem ter que competir com outros. Alguns minutos do seu dia podem ser reservados para a criança, é um tempo em que se vai apenas ouvir o que a criança tem para falar.


5. Quando seu filho falar ou perguntar algo, tente parar um segundo ou mais antes de responder. Isso vai fazer com que sua fala fique mais lenta e relaxada.


6. Tente não ficar chateado ou nervoso quando a gagueira aumentar. Seu filho está fazendo o melhor que pode para aprender muitas regras novas de linguagem (todas ao mesmo tempo). Sua atitude de aceitação e paciência vai ajudá-lo muito.


7. Repetições sem esforço e prolongamentos de sons são as maneiras mais saudáveis de se gaguejar. Qualquer coisa que ajude seu filho a gaguejar desta maneira ao invés de com tensão e evitando palavras deve ser feito.


8. Se seu filho fica frustrado ou triste quando a gagueira está pior, dê a ele segurança. Algumas crianças se sentem melhor quando ouvem "Eu sei que às vezes é difícil falar... mas muitas pessoas empacam em algumas palavras... não tem importância". Algumas crianças se sentem mais confiantes ao serem tocadas ou abraçadas quando se sentem frustradas.


9. As disfluências vão e vêm, mas estão mais presentes do que ausentes.


A criança com gagueira severa


1. Se seu filho gagueja em mais de 10% da sua fala, apresenta esforço e tensão para falar, evita palavras (muda a palavra) e/ou usa vários sons para começar a falar, ele precisa de terapia. Os bloqueios de fala são mais comuns do que as repetições e os prolongamentos. As disfluências estão presentes na maioria das situações de comunicação.


2. Agende uma consulta com um fonoaudiologo e lembre-se, quanto mais rapido, mais chances seu filho terá de conseguir reduzir a gagueira.
Exija um especialista, não é qualquer profissional que sabe tratar das gagueiras infantis.


3. As sugestões dadas para os pais das crianças com gagueira leve também servem para as crianças com gagueira severa. Tente lembrar que lentificar e relaxar sua própria fala traz muito mais benefícios para a criança do que falar para seu filho relaxar, respirar, pensar, falar mais devagar, etc.


4. Encoraje seu filho a falar com você sobre a gagueira. Mostre paciência e aceitação enquanto conversar sobre o assunto. Superar a gagueira é mais uma questão de perder o medo de gaguejar do que esforçar-se para falar melhor.


DICAS IMPORTANTES...


- FALE LENTA E RELAXADAMENTE MAS NÃO PERCA A NATURALIDADE


- PRESTE MAIS ATENÇÃO AO CONTEÚDO DA MENSAGEM E NÃO NO QUANTO A CRIANÇA ESTÁ GAGUEJANDO


- MOSTRE QUE VOCÊ ESTÁ PRESTANDO ATENÇÃO AO QUE A CRIANÇA FALA: ACENE COM A CABEÇA, SORRIA, FAÇA SONS DE APROVAÇÃO, ETC


- MANTENHA CONTATO DE OLHO COM A CRIANÇA ENQUANTO ELA ESTIVER FALANDO


- NÃO APRESSE A CRIANÇA A FALAR. NÃO TERMINE AS PALAVRAS PARA ELA


- NÃO PERMITA QUE OUTRAS PESSOAS CAÇOEM DE SUA CRIANÇA.

LEMBRE-SE QUE, NINGUEM GAGUEJA PORQUE QUER.  A GAGUEIRA É UM  PROBLEMA SERIO E REQUER TRATAMENTOS!